Hydrocore Analítica de Precisão

Manual de instruções: Multiparâmetros Industrial M6i

Código HC-MD-M6i, revisão 1.11, Medidores

O que este documento traz

Instruções de uso: princípio de funcionamento, equipamento necessário, soluções e consumíveis com código, preparo, verificação da resposta, ação corretiva, calibração, medição, armazenamento, limpeza, solução de problemas e garantia.

Sobre o produto

Transmissor industrial. Mede pH, ORP, temperatura, condutividade, ISE e OD polarográfico. Saídas: 2x 4 a 20 mA independentes (pH) · 1x 4 a 20 mA (ORP) · 1x 4 a 20 mA (condutividade) · 1x 4 a 20 mA (ISE) · 1x 4 a 20 mA (OD) · 1x Modbus/RTU com todos os parâmetros. Conexão por borneira dedicada isolada. Touchscreen 7", gabinete IP67.

MANUAL DE INSTRUÇÕES

HC-MD-M6i · Multiparâmetros Industrial M6i · Série M · Firmware C (800x480) · Rev. mn.v2.2.2026-09-01 · 14/09/2026

Sumário

  1. Apresentação e identificação
  2. Segurança
  3. Conteúdo da embalagem
  4. Visão geral do equipamento
  5. Instalação e alimentação
  6. Ligação dos sensores
  7. Navegação e primeira utilização
  8. Medição
  9. Calibração
  10. Configuração de medida
  11. Saídas de controle (4 a 20 mA e relé)
  12. Comunicação
  13. Sistema
  14. Administração e acesso técnico
  15. Manutenção e limpeza
  16. Solução de problemas
  17. Especificações técnicas
  18. Garantia, assistência e descarte

1. Apresentação e identificação

Transmissor industrial. Mede pH, ORP, temperatura, condutividade, ISE e OD polarográfico. Saídas: 2x 4 a 20 mA independentes (pH) · 1x 4 a 20 mA (ORP) · 1x 4 a 20 mA (condutividade) · 1x 4 a 20 mA (ISE) · 1x 4 a 20 mA (OD) · 1x Modbus/RTU com todos os parâmetros. Conexão por borneira dedicada isolada. Touchscreen 7", gabinete IP67.

ModeloM6i
Código HydrocoreHC-MD-M6i
LinhaIndustrial (painel / campo)
Parâmetros medidospH, ORP, temperatura, condutividade, TDS/STD, cinzas, ISE e OD polarográfico
InterfaceTouchscreen 7"
NCM9027.89.14

Fabricação nacional. Tecnologia HYDROLite®. Este manual cobre exclusivamente o modelo M6i; modelos diferentes têm parâmetros, saídas e telas diferentes.

2. Segurança

Leia antes de ligar. Use exclusivamente a fonte fornecida (9 V 2 A · fonte chaveada bivolt 90 a 240 V, 60 Hz). Não abra o gabinete com o equipamento energizado. O grau de proteção Gabinete IP67 vale com todas as tampas e prensa-cabos fechados.

ALIMENTAÇÃO. Use apenas a fonte fornecida: entrada de 90 a 240 V, saída de 9 V 2 A, conector P4. Alimentação fora dessa especificação não é coberta pela garantia. PROTEÇÃO. O gabinete é IP67 contra entrada de pó e água, o que não substitui abrigo contra sol direto e condensação. ÁREA CLASSIFICADA. O equipamento NÃO é adequado a área classificada e não deve ser instalado em atmosfera potencialmente explosiva. INSTALAÇÃO ELÉTRICA. Aterre o gabinete pelo ponto identificado antes de energizar. Mantenha o cabo de sensor fisicamente separado dos circuitos de potência: o sinal de um eletrodo de pH é de alta impedância e capta ruído com facilidade, e conviver com cabo de inversor de frequência na mesma canaleta é a causa mais comum de leitura instável em campo. QUÍMICOS. As soluções de calibração são produtos químicos. Consulte a FDS do respectivo código antes de manusear, use os EPIs indicados e não descarte em pia.

3. Conteúdo da embalagem

  • 1x Multiparâmetros Industrial M6i
  • 1x Fonte de alimentação: 9 V 2 A · fonte chaveada bivolt 90 a 240 V, 60 Hz
  • 1x Certificado de calibração (Marcos Daniel Bueno Rosa · CRQ IV 04167649)
  • 1x Manual de instruções (este documento)

Além dos itens acima, a configuração completa inclui o conjunto de sensores e soluções correspondente ao que o modelo mede: - eletrodo de pH HC300; - eletrodo de ORP HCX300; - célula de condutividade HC600/1; - termocompensador HCTN10; - soluções de calibração correspondentes: tampões de pH 4,01 e 7,00 e o padrão de condutividade de 147 µS/cm. O eletrodo íon-seletivo é escolhido conforme o íon de interesse e fornecido à parte, porque não existe eletrodo ISE universal. A versão SOMENTE APARELHO, identificada pelo sufixo -SA no código, traz apenas o instrumento e a fonte. É a escolha de quem já possui os sensores.

4. Visão geral do equipamento

Gabinete144 x 144 x 140 mm (frontal 144 x 144, profundidade 140) · 1,5 kg
ProteçãoGabinete IP67
DisplayTouchscreen 7"
Conexões de sensorBorneira dedicada isolada
Saídas2x 4 a 20 mA independentes (pH) · 1x 4 a 20 mA (ORP) · 1x 4 a 20 mA (condutividade) · 1x 4 a 20 mA (ISE) · 1x 4 a 20 mA (OD) · 1x Modbus/RTU com todos os parâmetros

CONSTRUÇÃO. Caixa de painel no padrão DIN 43700, frontal de 144 x 144 mm e 140 mm de profundidade, 1,5 kg, com recorte de painel de 138 x 138 mm. É a construção para linha de produção, onde o instrumento vai até o processo. Como o frontal segue o padrão, ele aproveita o recorte já existente em painéis que hoje abrigam instrumentos de outros fabricantes. O gabinete é IP67 e o display é touchscreen de 7 polegadas. FRENTE. A frente é ocupada pelo display touchscreen, que concentra toda a operação: não há teclado nem botão físico de função. A navegação é por toque, e a barra superior mostra o modelo, o número de série, a hora e as siglas dos parâmetros ativos. CONEXÕES. As entradas de sinal usam borneira dedicada isolada, com dois fios por parâmetro. No mesmo bloco ficam as saídas de 4 a 20 mA, uma por parâmetro, o barramento RS-485 do Modbus, e a alimentação. Os cabos entram por prensa-cabos na parte inferior, e o ponto de aterramento fica identificado junto a eles.

5. Instalação e alimentação

5.1 Alimentação

9 V 2 A · fonte chaveada bivolt 90 a 240 V, 60 Hz. A fonte é bivolt automática, não há chave de seleção de tensão.

5.2 Posicionamento

Montagem em painel ou em campo. Mantenha o gabinete fechado e os prensa-cabos apertados para preservar o Gabinete IP67. Encaminhe os cabos de sinal separados dos de potência.

O instrumento industrial é montado em painel, no padrão DIN 43700. RECORTE. 138 x 138 mm, tolerância +1,0 / −0 mm. Furo menor que o nominal não recebe o instrumento; maior compromete a vedação do frontal. É o mesmo recorte usado por instrumentos de 144 x 144 mm de outros fabricantes, então painéis já preparados costumam receber o equipamento sem retrabalho. ESPAÇO ATRÁS DO PAINEL. O corpo tem 140 mm de profundidade. Reserve espaço adicional para os cabos e o raio de curvatura deles, de modo que o conjunto não force os prensa-cabos. PRENSA-CABOS. Rosca M12 x 1,5. Torque de aperto da capa de compressão: 1,5 N·m. Torque da contraporca: 8 N·m. Aperte com chave, e não com alicate: excesso de torque deforma a vedação e é a causa mais comum de perda de estanqueidade em campo. CABOS. Os cabos de sensor Hydrocore têm 4 mm de diâmetro, compatíveis com o prensa-cabo M12. Passe o cabo de sensor por prensa-cabo próprio, separado da alimentação e das saídas. SEPARAÇÃO DE CIRCUITOS. Mantenha o cabo de sensor fisicamente afastado dos circuitos de potência do painel, em canaleta distinta. O sinal do eletrodo de pH é de alta impedância e capta o ruído de inversor de frequência com facilidade, o que aparece como leitura instável e costuma ser atribuído ao eletrodo. Mantenha também o cabo de sensor o mais curto que a instalação permitir. ATERRAMENTO. Aterre o gabinete pelo ponto identificado antes de energizar.

6. Ligação dos sensores

A linha industrial usa borneira dedicada isolada, dois fios por parâmetro. Foi essa troca (de BNC para borne) que liberou espaço para uma saída 4 a 20 mA por parâmetro.

LINHA INDUSTRIAL. Cada parâmetro usa borneira dedicada isolada, com dois fios por parâmetro, o que libera espaço para uma saída de 4 a 20 mA por parâmetro. A identificação de cada borne segue a mesma sigla que aparece na barra de status do display, o que permite conferir a ligação sem abrir o manual: pH, ORP, EC, TDS, ISE, OD e TEMP. O QUE LIGAR EM CADA ENTRADA. Os códigos abaixo são do catálogo Hydrocore: - pH aquoso: linha HC-EpH, entre elas HC-EpH-100, HC-EpH-130 industrial, HC-EpH-135 autoclavável, HC-EpH-300 com barreira iônica, e as variantes com termocompensador integrado; - ORP: HC-ORP-130-12x120 e HC-ORP-300-12x120; - ISE: linha HC-ISE, um eletrodo por íon, escolhido conforme o analito; - referência, quando a montagem usa meia célula: linha HC-ERF; - condutividade, TDS e cinzas: HC-CLL-600-K1 para faixa geral e HC-CLL-600-K0.1 para água de baixa condutividade, com as versões -IND para instalação industrial; - oxigênio dissolvido: HC-OD-POL-12x120; - temperatura: HC-TC-NTC10K, que é o padrão Hydrocore, e ainda NTC5K, NTC30K, PT100 e PT1000. Cabo de sensor de pH é de alta impedância: mantenha-o afastado de cabo de potência e não o emende. Emenda em cabo de pH é a causa mais comum de leitura errática que se atribui ao eletrodo. Cada entrada é identificada no próprio equipamento pela sigla do parâmetro. Confira a identificação impressa antes de conectar, principalmente quando o instrumento mede mais de um parâmetro com o mesmo tipo de conector.

7. Navegação e primeira utilização

A interface tem um único ponto de partida: a tela de medição. Dela se alcança tudo:

TelaO que faz
MediçãoLeitura ao vivo de pH, ORP, temperatura, condutividade, TDS/STD, cinzas, ISE e OD polarográfico. Tela padrão ao ligar.
Menu (hub)Acesso a Calibração, Controle, Comunicação, Sistema e Administração.
Calibração (hub)Um cartão por canal calibrável, ver seção 9.
ControleRelé e saídas 4 a 20 mA, ver seção 11.
ComunicaçãoModbus/RTU e saída 4 a 20 mA, ver seção 12.
SistemaData e hora, display, idioma e som, ver seção 13.
AdministraçãoPIN, bloqueio, histórico, diagnóstico e atualização, ver seção 14.

O botão < no canto superior esquerdo sempre volta um nível. Em qualquer tela de calibração, < aborta sem gravar.

Ao ligar, o instrumento vai direto para a tela de medição. Não há assistente de primeiro uso. Por isso, antes da primeira medição, faça três ajustes em Configuração: 1. Idioma, se não for português do Brasil, que é o padrão de fábrica. Há também inglês e espanhol. 2. Data e hora. Elas carimbam cada calibração e cada registro do histórico, e relógio errado compromete a rastreabilidade do dado. 3. Os PINs. Os de fábrica são 0000 para operador e 1234 para administrador; troque-os antes de liberar o equipamento para uso. Feito isso, calibre antes de medir, conforme a seção de calibração.

8. Medição

Na tela de medição o M6i exibe pH, ORP, temperatura, condutividade, TDS/STD, cinzas, ISE e OD polarográfico em display de 7". A leitura é corrigida automaticamente pela temperatura quando o sensor ATC está conectado.

GrandezaFaixaResolução
pH−2,000 a 22,000 pH0,001
ORP−2000,0 a 2000,0 mV0,1 mV
Condutividade0,001 µS/cm a 20000 mS/cmescalonada, ver 17
TDS / STD0 a 10.000.000 mg/L (10.000 g/L) com o fator NaCl de 0,50 · 0 a 20.000.000 mg/L (20.000 g/L) no fator máximo de 1,00. Valor derivado da condutividade (TDS = EC x F); acima da solubilidade do sal de referência a leitura é aritmética e não corresponde a solução real.0,1 ppm
Cinzas0,0 a 20,0 %0,1 %
ISE10⁻¹⁰ a 10¹⁰ ppm0,001 ppm
Oxigênio dissolvido0 a 200 %0,1 %
Temperatura−30,0 a +150,0 °C0,1 °C
Leitura confiável começa em calibração válida. Antes de medir, confirme que o canal em uso foi calibrado dentro do intervalo definido no seu procedimento interno de qualidade.

O instrumento não mostra a leitura instantânea do conversor: ele faz 100 leituras por segundo e exibe a média delas. É por isso que o número no display se move menos que o sinal bruto do eletrodo. A leitura é considerada estável e o valor trava quando a variação fica dentro de 5 unidades da última casa decimal. O valor só volta a destravar se houver variação maior que essas 5 unidades dentro de um intervalo de 2 segundos. Na prática, com as resoluções de cada parâmetro, o critério equivale a: - pH, resolução 0,001: destrava com variação acima de 0,005 em 2 s; - ORP, resolução 0,1 mV: acima de 0,5 mV em 2 s; - temperatura, resolução 0,1 °C: acima de 0,5 °C em 2 s; - TDS e cinzas, resolução 0,1: acima de 0,5 em 2 s; - ISE, resolução 0,001 ppm: acima de 0,005 ppm em 2 s; - condutividade: 5 unidades da última casa da escala em uso, que é escalonada. O ISE é o parâmetro mais lento a chegar nesse critério, e pode levar até 15 minutos para estabilizar. É comportamento do eletrodo íon-seletivo, não falha do instrumento.

9. Calibração

Todo canal segue o mesmo roteiro de três telas: selecionar os padrões → medir cada ponto (aguardar estabilizar e confirmar) → resultado, com aceitação ou erro. A tela "AGUARDE, CALIBRANDO" aparece entre a coleta e o resultado.

9.1 pH

Pontos disponíveis: 1,68 · 4,01 · 6,86 · 7,00 · 9,18 · 10,00 · 12,45 a 25 °C, nas séries Technical e NIST/DIN. Selecione ao menos dois pontos que enquadrem a faixa de trabalho da amostra.

Antes de começar: separe os tampões que vai usar, um frasco de água deionizada para lavar e papel absorvente macio. Os tampões devem estar na mesma temperatura da amostra.

Toque na engrenagem no alto à direita, depois em Calibrar, e escolha o cartão pH.

Marque os tampões que vai usar. Selecione ao menos dois que enquadrem a faixa da sua
      amostra, e confirme em OK.
Passo 1. Marque os tampões que vai usar. Selecione ao menos dois que enquadrem a faixa da sua amostra, e confirme em OK.

Lave o eletrodo com água deionizada e encoste o papel para retirar o excesso, sem esfregar o bulbo. Mergulhe no primeiro tampão.

O equipamento mostra o alvo em letra grande, a leitura ao vivo e a temperatura.
      Enquanto o aviso disser Instável, aguarde: confirmar antes de estabilizar é a causa
      mais comum de calibração recusada.
Passo 2. O equipamento mostra o alvo em letra grande, a leitura ao vivo e a temperatura. Enquanto o aviso disser Instável, aguarde: confirmar antes de estabilizar é a causa mais comum de calibração recusada.

Quando o aviso passar a Estável, pressione OK.

O equipamento coleta o ponto por 60 segundos e mostra a contagem. Não retire o
      eletrodo nem mexa no frasco durante a coleta.
Passo 3. O equipamento coleta o ponto por 60 segundos e mostra a contagem. Não retire o eletrodo nem mexa no frasco durante a coleta.

Repita para cada tampão selecionado, lavando o eletrodo com água deionizada entre um tampão e outro. Nunca volte um eletrodo sujo para o frasco de tampão: isso contamina a solução e ela deixa de valer como padrão.

Depois do último ponto o equipamento calcula a curva. Esta tela aparece e sai
      sozinha, não há nada a fazer.
Passo 4. Depois do último ponto o equipamento calcula a curva. Esta tela aparece e sai sozinha, não há nada a fazer.
Calibração aceita. O slope e o offset ficam gravados e valem até a próxima
      calibração. Anote o slope: é ele que mostra o eletrodo envelhecendo ao longo dos
      meses.
Passo 5. Calibração aceita. O slope e o offset ficam gravados e valem até a próxima calibração. Anote o slope: é ele que mostra o eletrodo envelhecendo ao longo dos meses.
Como ler o resultado. O slope é a inclinação da resposta do eletrodo, em percentual do valor teórico de Nernst, e o offset é o desvio no ponto neutro. Eletrodo novo e saudável fica perto de 100 % com offset pequeno. Slope caindo ao longo dos meses é eletrodo chegando ao fim da vida, e é normal.

O firmware aceita a calibração de pH quando as três condições valem ao mesmo tempo: slope entre 95 % e 102 % do teórico de Nernst a 25 °C, exibido truncado em 100 %; offset entre −15 mV e +15 mV; e diferença máxima de 2 % entre o slope de cada par de tampões e o slope global. Se qualquer par falhar, a tela de erro lista o slope de cada tampão, calculado como a média dos pares em que ele participa, para identificar qual ponto está fora. Quando a calibração é recusada, a ordem de ações é: enxaguar com água deionizada e repetir, porque boa parte das falhas é resíduo de amostra; limpar a junção com a solução de limpeza indicada no manual do eletrodo; recondicionar em KCl 3M por algumas horas; e, persistindo o desvio, substituir o eletrodo.

Se a calibração for recusada

Calibração recusada. O equipamento mantém a calibração anterior e não grava a nova,
      então o instrumento continua utilizável com a curva antiga.
Calibração recusada. O equipamento mantém a calibração anterior e não grava a nova, então o instrumento continua utilizável com a curva antiga.

Antes de concluir que o eletrodo acabou, refaça a calibração conferindo, nesta ordem:

  1. Tampões dentro da validade e não contaminados. Tampão aberto há meses, ou onde já se mergulhou eletrodo sujo, é a causa mais frequente.
  2. Eletrodo lavado entre os pontos, e o bulbo enxuto sem esfregar.
  3. Bulbo sem bolha de ar e sem ressecamento. Eletrodo guardado seco precisa reidratar antes de calibrar.
  4. Leitura estabilizada em cada ponto antes do OK.
  5. Conector limpo e seco, encaixado até o fim.

Se recusar de novo com tampões novos, o eletrodo chegou ao fim da vida útil e precisa ser substituído. O medidor não tem defeito nesse caso.

9.2 ORP

O ORP não é calibrado pelo usuário. O canal sai calibrado de fábrica e assim permanece; não há entrada de calibração de ORP no menu. Para verificar a leitura, meça uma solução padrão de ORP (220 mV ou 470 mV a 25 °C) e compare, verificação não altera o instrumento. Se a leitura estiver fora, é caso de assistência, não de ajuste em campo.

9.3 Condutividade

Padrões de KCl NIST: 14,7 · 84 · 147 µS/cm · 1,413 · 12,88 · 111,8 mS/cm. Escolha os que cercam a condutividade da amostra.

A constante de célula importa. Use padrão compatível com o K da célula ligada (K = 0,1 para águas puras; K = 1,0 para uso geral). Calibrar uma célula K = 0,1 em 111,8 mS/cm não converge.

9.4 TDS, STD e cinzas

TDS e cinzas são derivados da condutividade, não têm calibração própria. O que se configura é o fator F: Selecionável: NaCl · 442™ · KCl · Custom (F manual); o fator depende do sal de referência.

O fator depende do sal de referência. KCl, NaCl, KNO₃ e CaCO₃ têm condutividades equivalentes diferentes; o mesmo frasco lê TDS e cinzas diferentes em instrumentos configurados com sais diferentes. Declare sempre o sal junto do resultado.

Cinzas condutimétricas seguem o método ICUMSA, referenciado a 20 °C, e não aos 25 °C do restante das medidas. Os padrões Hydrocore de cinzas trazem o método na etiqueta.

No menu, o cartão CINZAS fica ao lado do de condutividade, é a mesma célula. O fluxo tem duas telas e nenhuma delas ajusta o sensor:

  1. Selecionar o método. 28 g/100 g (açúcar branco, GS2/3/9-17, fator 6x10⁻⁴, desconta 0,35xK₂, célula calibrada em 84 µS/cm) ou 5 g/100 mL (bruto/demerara, GS1/3/4/7/8-13, fator 18x10⁻⁴, desconta K₂ inteiro, célula em 500 µS/cm). O fator vem da norma e não é editável, ao contrário do fator F do TDS.
  2. Medir o branco da água. Insira a célula na água usada no preparo e confirme. Esse valor (K₂) entra descontado na fórmula e vale para aquele preparo, remeça quando a água mudar.
A normalização das cinzas não é a da condutividade. A leitura de cinzas é corrigida para 20 °C com o coeficiente do método (2,6 %/°C no de 28 g, 2,3 %/°C no de 5 g), enquanto EC e TDS são corrigidos para 25 °C com o α escolhido. É a mesma leitura bruta, com duas normalizações diferentes.

O branco, K₂, é a condutividade da água usada no preparo da amostra e entra descontado na fórmula das cinzas. Não é calibração do instrumento: é uma medida da sua água, e muda quando a água muda. Para medir, insira a célula na própria água de preparo e confirme quando a leitura estabilizar. O valor fica gravado e a fórmula permanece visível na tela, para o operador ver de onde vem o resultado. O instrumento guarda o último branco medido e continua usando esse valor até que um novo seja gravado, de modo que a leitura de cinzas nunca fica bloqueada. A consequência é que o número só está correto enquanto a água for a mesma: meça o branco de novo sempre que trocar o lote de água ou o preparo, porque um branco desatualizado desloca todas as leituras de cinzas do dia sem dar nenhum aviso na tela.

9.5 Íon seletivo (ISE)

Dois padrões separados por uma década (fator 10x). Pares disponíveis, de ultra-traços a alta concentração: 0,01/0,10 · 0,10/1,00 · 1,00/10,0 · 10,0/100 · 100/1000 ppm.

Antes dos padrões, selecione o tipo de eletrodo pela carga do íon, o slope de Nernst é 59,16/z mV por década (F⁻ e Cl⁻ = −59,16 mV; íons divalentes = 29,58 mV).

Use sempre ajustador de força iônica (ISA/TISAB) compatível com o íon, no padrão e na amostra, na mesma proporção.

9.6 Oxigênio dissolvido

O usuário calibra o OD, e escolhe quantos pontos: ZERO isolado, 100 % isolado, ou ZERO + 100 %. O padrão do equipamento é ZERO + 100 %; quando se faz os dois, o ZERO vem primeiro.

  • ZERO, solução de sulfito (isenta de oxigênio).
  • 100 %, ar saturado de umidade. É a rotina diária mais comum, e por isso existe isolada.

O sensor mede a porcentagem de saturação, e o instrumento converte para mg/L combinando quatro grandezas: a saturação lida, a temperatura da amostra, a pressão atmosférica e a salinidade. A pressão vem do barômetro interno, sem entrada manual, o que elimina a fonte de erro mais comum em altitude, que é operar com o valor de fábrica de 1013 hPa. A correção de salinidade importa em água salobra e efluente salino, onde a solubilidade do oxigênio cai de forma sensível: sem ela o resultado em mg/L sairia alto justamente em quem mede efluente. A tela de medição mostra os valores juntos, ppm, saturação, temperatura e pressão, para o operador conferir de onde vem o número em vez de confiar no resultado final sozinho.

10. Configuração de medida

10.1 Unidade de condutividade

Selecionável entre µS/cm e mS/cm; a escala comuta sozinha conforme a leitura (ver resolução escalonada na seção 17).

10.2 Coeficiente de compensação de temperatura (α)

Automática, coeficiente configurável. KCl 1,91 %/°C (padrão de fábrica) · NaCl 2,10 %/°C. Opções da tela:

OpçãoUsoα
KClCalibração1,91 %/°C
NaCl (linear)Águas salinas2,10 %/°C
Águas naturaisRios, potável2,00 %/°C
Sem compensaçãoValor bruto,
A leitura é corrigida para 25 °C com o α escolhido. Para cinzas condutimétricas o método ICUMSA usa coeficientes próprios (2,6 %/°C no método de 28 g; 2,3 %/°C no de 5 g), porque a matriz é solução de açúcar, não KCl.

11. Saídas de controle

11.1 Saídas 4 a 20 mA

2x 4 a 20 mA independentes (pH) · 1x 4 a 20 mA (ORP) · 1x 4 a 20 mA (condutividade) · 1x 4 a 20 mA (ISE) · 1x 4 a 20 mA (OD) · 1x Modbus/RTU com todos os parâmetros

Para cada saída define-se o mínimo (→ 4 mA) e o máximo (→ 20 mA) na grandeza correspondente. A escala é linear entre os dois.

11.2 Relé

Setpoints de mínimo e máximo, com contato configurável como NA ou NC.

SAÍDA ANALÓGICA. Padrão industrial de 4 a 20 mA, com a corrente calculada como 4 + 16 x (PV − MÍN) / (MÁX − MÍN), limitada à faixa, onde 4 mA corresponde a 0 % e 20 mA a 100 % da escala configurada. Carga máxima do laço: 500 Ω a 24 V. Isso comporta o arranjo usual de cabo longo mais entrada de CLP mais um indicador em série. Isolação: 1500 V AC entre canais e entre canal e alimentação. A isolação canal a canal existe por um motivo prático em planta: com dois transmissores lendo o mesmo tanque e indo para CLPs diferentes, canal comum forma laço de terra e a leitura passa a variar conforme a carga elétrica que liga ou desliga ao redor. Comportamento em falha de sensor: a saída assume NAMUR Low, 3,5 mA, valor abaixo da faixa normal que o receptor reconhece como falha em vez de aceitar como leitura válida. RELÉ. Contato reversível, 250 V AC e 5 A resistivo. Reversível porque o cliente escolhe se a condição de alarme aciona ou desaciona o contato, o que importa em intertravamento. Nesta versão o setpoint opera em modo simples, sem histerese nem atraso configuráveis. Carga indutiva, como contator e solenoide, reduz a vida do contato: use supressor de arco, RC ou varistor, junto à carga.

12. Comunicação

InterfaceUso
Modbus/RTUDe série neste modelo, sobre RS-485. Publica os parâmetros que o modelo mede.
Saída 4 a 20 mAUma por parâmetro medido, ver seção 11.

Wi-Fi, Bluetooth e Modbus TCP estão previstos para versão futura, sujeitos a homologação, e não estão disponíveis nesta versão.

Nesta versão o instrumento comunica por Modbus RTU sobre RS-485, disponível na linha industrial a partir do M3i. As linhas M1i e M2i não têm Modbus. Parâmetros de linha, com os padrões de fábrica: endereço de escravo 1, 19200 bps, paridade None e 1 stop bit. As velocidades disponíveis são 9600, 19200, 38400 e 115200; a paridade aceita None, Even e Odd; e os stop bits, 1 ou 2. Os parâmetros medidos são publicados como holding registers, cada um em Float32 big-endian ocupando dois registradores consecutivos: pH ............ 40001 ORP ........... 40003 Condutividade . 40005 TDS ........... 40007 ISE ........... 40009 OD ............ 40011 Turbidez ...... 40013 Temperatura ... 40015 O instrumento publica apenas os registradores dos parâmetros que o seu modelo mede; os demais respondem como não implementados. A tela do mapa mostra a leitura atual ao lado de cada endereço, o que permite conferir a integração sem sair do equipamento. Modbus TCP não está disponível nesta versão, porque depende da interface de rede sem fio. Ele está previsto para a versão com Wi-Fi, sujeita a homologação.

13. Sistema

Data e hora · brilho e tempo de display · idioma · som de toque e de alarme.

14. Administração e acesso técnico

Área protegida por PIN. Contém bloqueio de tela, troca de senha, identidade do equipamento, histórico de medições, diagnóstico, restauração de padrões de fábrica e atualização de firmware.

Calibração de fábrica. O hub técnico dá acesso à calibração de referência (volt, resistência, OD). Alterá-la invalida o certificado de calibração do equipamento, use somente sob orientação da assistência Hydrocore.

NÍVEIS DE ACESSO. O instrumento tem dois: operador e administrador. Os PINs de fábrica são 0000 para operador e 1234 para administrador. Troque os dois antes de liberar o equipamento para uso, em Configuração, Admin, Trocar Senha. O bloqueio é configurável por área. Calibração, Comunicação e Sistema podem ficar sem PIN, protegidas pelo PIN de operador, ou restritas ao administrador. Um arranjo comum em laboratório é deixar a calibração no PIN de operador e o resto no de administrador. CÓDIGO DE RECUPERAÇÃO. Na primeira configuração o instrumento gera um código de recuperação, exclusivo daquele número de série, e o exibe uma única vez. Anote-o e guarde-o fora do equipamento e fora do painel. Ele vale apenas para este número de série, é de uso único e serve só para redefinir as senhas quando elas forem perdidas. Ele não apaga calibrações nem histórico. Ainda assim, trate-o como senha: quem o utiliza passa a ter acesso de administrador, e com isso pode alterar configuração e executar a restauração de fábrica, que aí sim apaga as calibrações do usuário. O uso do código fica registrado no histórico do equipamento, com data e hora. Se alguém redefinir as senhas sem avisar, o registro permite descobrir quando aconteceu. Perdido o código de recuperação, a redefinição das senhas passa a exigir a assistência técnica Hydrocore. Não existe senha mestra e não há como remover o PIN pelo painel: senha que se apaga sozinha não protege nada. RESTAURAÇÃO. Há dois níveis, e a diferença importa: 1. Restaurar configuração da planta devolve os ajustes que o próprio cliente fez, entre eles setpoints, saídas de 4 a 20 mA e bloqueio de edição, e PRESERVA as calibrações de usuário. 2. Restaurar fábrica apaga tudo, inclusive as calibrações de usuário e o histórico de calibrações, e devolve os PINs ao padrão. Preserva apenas a calibração de fábrica e a identidade do equipamento, ou seja, número de série e modelo. A restauração de fábrica é irreversível. Antes de executá-la, registre os valores de calibração em uso, porque eles não voltam.

15. Manutenção e limpeza

  • Limpe o gabinete com pano macio levemente umedecido. Não use solvente nem abrasivo.
  • Mantenha os conectores e prensa-cabos secos e livres de resíduo salino.
  • Eletrodos têm manutenção própria, consulte o manual do eletrodo, não este.

São duas coisas diferentes, e o manual trata as duas para não confundir o plano de calibração do cliente. CALIBRAÇÃO DE USO, feita pelo operador. Todo equipamento sai de fábrica calibrado, e ainda assim deve ser recalibrado antes de cada uso, ou seja, no primeiro uso do dia. Ela corrige o conjunto eletrodo mais instrumento e usa as soluções padrão; os pontos disponíveis são os que aparecem nas telas de calibração do próprio equipamento. VERIFICAÇÃO METROLÓGICA DO INSTRUMENTO, feita pela Hydrocore a cada 12 meses. Ela confere a eletrônica contra padrão rastreável, sem eletrodo, e é o que atende o plano de calibração de laboratório acreditado. A calibração de uso não substitui essa verificação: um eletrodo desgastado pode mascarar deriva do instrumento. Prazo: a calibração leva em média 2 dias úteis. Manutenção é outro serviço e tem prazo próprio, porque envolve reparo e troca de peça; o prazo é informado na abertura do chamado. Equipamento reserva: durante reparo em garantia a locação é sem custo. Na calibração programada e em serviço fora da garantia, ela é cobrada a 0,5 % do preço de um equipamento novo por dia corrido, contados até a data de postagem de retorno. O equipamento locado deve retornar em perfeito estado, lacrado e com todos os acessórios. Havendo dano irreparável no equipamento locado, é cobrado o valor integral dele, e não o do equipamento que está em serviço.

16. Solução de problemas

SintomaVerificar
Leitura instável ou lentaEletrodo sujo, ressecado ou com bolha na membrana; cabo mal encaixado; amostra sem agitação.
Calibração recusadaPadrão vencido ou contaminado; ponto fora da faixa do eletrodo; temperatura muito distante de 25 °C.
Temperatura fixa em um valorSensor ATC desconectado, o equipamento passa a usar temperatura manual.
Saída 4 a 20 mA sem sinalLaço aberto, carga acima do limite ou alimentação do laço ausente.

Falhas de calibração são mostradas na própria tela, com o valor lido em cada ponto e a indicação de qual ficou fora do critério, e por isso não usam código. Os demais avisos aparecem como código. A tabela abaixo agrupa por origem, porque a ação do operador muda conforme o grupo. GRUPO 1, SENSOR. Leitura impossível ou fora de faixa. - sensor desconectado ou cabo rompido: confira o conector e o cabo, e teste com outro sensor; - leitura fora da faixa do parâmetro: confirme se a amostra está dentro da faixa e se o sensor é o correto para ela; - sensor de temperatura ausente quando a compensação automática está ativa: ligue o ATC ou passe para compensação manual. GRUPO 2, CALIBRAÇÃO. O ajuste não pôde ser aceito. - inclinação fora da faixa aceita, offset fora da faixa, ou diferença entre pares acima do limite: enxágue, limpe a junção, recondicione e repita, e se persistir substitua o eletrodo; - leitura não estabilizou dentro do tempo previsto: aguarde mais, e no ISE lembre que a estabilização chega a 15 minutos. GRUPO 3, SAÍDA E COMUNICAÇÃO. O instrumento mede, mas não consegue transmitir. - laço de 4 a 20 mA aberto ou em curto: confira a fiação e a carga do laço; - sem resposta no barramento RS-485: confira endereço, velocidade, paridade e a terminação da linha. GRUPO 4, INTERNO. Falha do próprio instrumento. - falha de memória, de relógio ou de autoteste: anote o código e acione a assistência. Não são resolvidos em campo. O código exibido acompanha a mensagem na tela. Anote-o antes de reiniciar o instrumento: ele é a informação que permite ao suporte identificar a causa sem precisar reproduzir a falha.

17. Especificações técnicas

ParâmetrospH, ORP, temperatura, condutividade, TDS/STD, cinzas, ISE e OD polarográfico
DisplayTouchscreen 7"
ConexõesBorneira dedicada isolada
Saídas2x 4 a 20 mA independentes (pH) · 1x 4 a 20 mA (ORP) · 1x 4 a 20 mA (condutividade) · 1x 4 a 20 mA (ISE) · 1x 4 a 20 mA (OD) · 1x Modbus/RTU com todos os parâmetros
Alimentação9 V 2 A · fonte chaveada bivolt 90 a 240 V, 60 Hz
ProteçõesGabinete IP67
Dimensões144 x 144 x 140 mm (frontal 144 x 144, profundidade 140)
Peso1,5 kg
Faixa de pH−2,000 a 22,000 pH
Faixa de ORP−2000,0 a 2000,0 mV
Faixa de Condutividade (aparelho)0,001 µS/cm a 20000 mS/cm
Faixa de Condutividade (por célula)K = 0,1 cm⁻¹ (HC-CLL-600-K0.1-IND, legado HC630/01): 0,01 a 200 µS/cm · K = 1 cm⁻¹ (HC-CLL-600-K1-IND, legado HC630/1): 1 µS/cm a 20 mS/cm
Faixa de TDS/STD0 a 10.000.000 mg/L (10.000 g/L) com o fator NaCl de 0,50 · 0 a 20.000.000 mg/L (20.000 g/L) no fator máximo de 1,00. Valor derivado da condutividade (TDS = EC x F); acima da solubilidade do sal de referência a leitura é aritmética e não corresponde a solução real.
Faixa de Cinzas0,0 a 20,0 %
Faixa de ISE10⁻¹⁰ a 10¹⁰ ppm
Faixa de OD0 a 200 %
Faixa de Medição (temperatura)−30,0 a +150,0 °C
Temperatura Ambiente de Operação0 a +50 °C
Umidade Relativa de Operação10 a 90% UR, sem condensação
Resolução de mediçãopH 0,001 · ORP 0,1 mV · temperatura 0,1 °C · TDS 0,1 ppm · cinzas 0,1 % · ISE 0,001 ppm · OD 0,1 %
Resolução de condutividade0,001 µS/cm até 2,000 µS/cm · 0,01 µS/cm até 200,00 µS/cm · 0,1 µS/cm até 999,0 µS/cm · 1 µS/cm até 9999 µS/cm · 10 µS/cm (0,01 mS/cm) até 99999 µS/cm (99,99 mS/cm) · 1 mS/cm até 20000 mS/cm
Fator TDSSelecionável: NaCl · 442™ · KCl · Custom (F manual); o fator depende do sal de referência
Compensação de TemperaturaAutomática, coeficiente configurável. KCl 1,91 %/°C (padrão de fábrica) · NaCl 2,10 %/°C
Calibração AutomáticapH 1,68 · 4,01 · 6,86 · 7,00 · 9,18 · 10,00 · 12,45 a 25 °C (séries Technical e NIST/DIN) · ORP 220 e 470 mV a 25 °C · Condutividade 14,7 · 84 · 147 µS/cm · 1,413 · 12,88 · 111,8 mS/cm (KCl NIST) · OD zero e 100 %

18. Garantia, assistência e descarte

Garantia de 12 meses contra defeito de fabricação, a contar da data da nota fiscal. Assistência técnica Hydrocore.

GARANTIA. A Hydrocore Analítica concede 12 meses de garantia contra defeitos de fabricação, contados da data de emissão da nota fiscal de venda. O que a garantia cobre: falhas atribuíveis ao processo de fabricação, entre elas defeitos eletrônicos, falhas do display touchscreen, problemas nos conectores de sinal e falhas da fonte de alimentação. O que a garantia não cobre: - desgaste de itens consumíveis, entre os quais o eletrodo, cuja vida útil depende de uso e de armazenamento; - dano por entrada de líquido no corpo do equipamento; - dano por descarga elétrica, surto ou alimentação fora de especificação; - equipamento com lacre violado, ou aberto e desmontado por pessoal não autorizado; - dano mecânico por queda ou impacto; - corrosão ou contaminação causadas pela própria aplicação; - instalação ou uso em desacordo com este manual, e conserto realizado fora da Hydrocore; - remoção ou cobertura do número de série, do lacre de garantia ou da marca Hydrocore; - despesas de transporte e remoção do produto para conserto. COMO ACIONAR. Entre em contato com a assistência informando modelo e número de série, que estão na etiqueta do equipamento e na tela de identificação. Não envie o equipamento antes da autorização: ela define o endereço e o procedimento de embalagem. O produto deve ser enviado com Nota Fiscal de Remessa para Conserto e será avaliado na nossa unidade em Ribeirão Preto, onde o conserto ou a substituição são executados. EQUIPAMENTO RESERVA. Durante reparo ou substituição EM GARANTIA, a Hydrocore oferece locação de equipamento substituto de especificação equivalente, sem custo. Fora da garantia, e também durante a calibração programada, a locação é cobrada conforme a seção de manutenção. DESCARTE. O instrumento é eletroeletrônico e não deve ir para o lixo comum. Ao fim da vida útil, devolva-o à Hydrocore para destinação adequada. Eletrodos e soluções seguem a orientação de descarte da respectiva FDS.

Hydrocore Analítica Ltda.
Rua Alice Além Saadi, 111, Sala 03, Nova Ribeirânia, Ribeirão Preto/SP - CEP 14096-570
Responsável Técnico: Marcos Daniel Bueno Rosa · CRQ IV 04167649

Documento emitido pela Hydrocore Analítica Ltda. O valor medido do lote que você recebeu está no Certificado de Análise que acompanha o produto.
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